sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Amor que acaba...
E quando acaba o amor? Sobra o quê?
Um sentimento seco e profundo de doação do passado
O silêncio gelado, as cores acinzentadas do que um dia foi colorido, perfumado
Tudo terminou
Empapuçou, envenenou, traiu, trocou, desdisse, desprometeu...
Acabou.
Jazz ao fundo, bolhas de champagne, fumaça, brigadeiro, avelã
Rua, calçada, ladrilho, salto alto....
Vento frio.... fim
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Aquilo que se sente
O que você realmente sente
É aquilo que não se explica!
É aquilo que você sente forte
Aquilo que você mesmo que queira não mente
É aquilo que não sai da sua mente mas
Anda pelo seu corpo e pesa quando você sente
É aquilo que não tem explicação, mas tem sempre uma razão
Aquilo que se sente sai do cérebro ou do coração?
Não sei, mas as vezes enche o pulmão
Faz o sangue correr rápido, acelera o coração
De onde vem e pra onde vai o que se sente?
Sei lá, na maioria das vezes depende da mente
Da mente que pensa, impõem presença
Mata o amor e destrói a cena...
É aquilo que não se explica!
É aquilo que você sente forte
Aquilo que você mesmo que queira não mente
É aquilo que não sai da sua mente mas
Anda pelo seu corpo e pesa quando você sente
É aquilo que não tem explicação, mas tem sempre uma razão
Aquilo que se sente sai do cérebro ou do coração?
Não sei, mas as vezes enche o pulmão
Faz o sangue correr rápido, acelera o coração
De onde vem e pra onde vai o que se sente?
Sei lá, na maioria das vezes depende da mente
Da mente que pensa, impõem presença
Mata o amor e destrói a cena...
O fardo
O profundo enfado é um verdadeiro fardo
É aquele que acende a luz quando ela deve permanecer apagada
É aquele que desmascara o odor quando o perfume o disfarçava
É aquele que mostra a mancha que o talco não mostrava
É aquele que faz sentir o chão gelado, a cama molhada, o cobertor rasgado
É aquele que lhe tira a ilusão
Que não lhe deixa um tostão, nem um sorriso, nem uma mão
.. a mão que acaricia, socorre, indica
O profundo enfado não confia
Ele observa e conclui Finaliza... perpetua a mácula, potencializa a dor O fardo é aquele que você carrega sem saber, sem querer É aquilo que você não quer mas tem Inexplicável fardo
É aquele que acende a luz quando ela deve permanecer apagada
É aquele que desmascara o odor quando o perfume o disfarçava
É aquele que mostra a mancha que o talco não mostrava
É aquele que faz sentir o chão gelado, a cama molhada, o cobertor rasgado
É aquele que lhe tira a ilusão
Que não lhe deixa um tostão, nem um sorriso, nem uma mão
.. a mão que acaricia, socorre, indica
O profundo enfado não confia
Ele observa e conclui Finaliza... perpetua a mácula, potencializa a dor O fardo é aquele que você carrega sem saber, sem querer É aquilo que você não quer mas tem Inexplicável fardo
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