quinta-feira, 26 de maio de 2011
Quase um ano sem ouvir a vigorosa risada,
Sem nenhuma piada,
Nenhuma bronca, nenhum xamego
Sem seu sorriso, ciume e apego
Sem ouvir o tambor tocar e sua voz ecoar
Sem o adjá soar
Sem o santo virar para te cumprimentar
Sem sequer um adobali dar
Um filho sem a Yá é como um bebê que chora sem a mãe notar
Não tem mais em quem profundamente confiar
A vida sem a filha da Yewá é sofrida
É uma vida com menos vida
Com a alma dividida
Mas segue a vida...
A vida que sobrou em nossas vidas
Onde vivemos lembrando de sua alegria
Da sua risada, das suas tiradas,
Da inocência tão engraçada
Da braveza pesada, da presença encantada
Agora o privilégio é dos deuses
Que tu seja assim tão linda pra eles
E quando fores daí, que também os faça sorrir...
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Suas palavras são simplesmente encantadoras...
ResponderExcluirÉ exatamente o que sentimos, é exatamente o que cada um que teve o privilégio de conhecer nem que fosse um pouco, sente...é um resumo de saudade, e das lembranças que são fortes demais...
Uma mistura de dor em lembrar como foi rápida a sua partida...e saudade!
Saudade essa que ainda dói o peito e aperta ao lembrar que não nos veremos mais e quão foi importante sua presença em nossas vidas!!!